SUMMARY
Todos somos cidadãos do mundo, do continente, do país, da cidade ou do bairro onde coabitamos. Todos presenciamos o envelhecimento do nosso ambiente construído, ano após ano, curiosamente mais acelera- do em ambientes recentes que antigos. Todos percor- remos diariamente ruas e ruelas onde a modernidade se vai impondo sorrateiramente e transformando o que gerações passadas idealizaram e materializaram com o intuito de nos proporcionar o melhor que po- diam oferecer. Todos estamos preocupados com a degradação do nosso planeta e com a incessante conversão dos seus recursos naturais em recursos consumíveis e precocemente desperdiçados. Todos temos vontade de plantar uma árvore ou de usar menos vezes o automóvel, cada vez que vemos, ouvi- mos ou lemos algo sobre o aquecimento global, o buraco da camada do ozono, ou o protocolo de Quioto. No entanto, quase todos lidamos com estas pro- blemáticas reais, e muitas outras, como se nos fossem alheias; como se o bairro, a cidade, o país, o continente ou o mundo não fossem, de facto, o reflexo directo da nossa sociedade e das suas prioridades. E porque não, contribuirmos todos para a diminuição das problemáti- cas que nos são comuns? Podemos começar pelos nossos quotidianos pessoais e profissionais e, pouco a pouco, tentar subverter esta tendência comodista.
CASE STUDY
_The Netherlands, _Portugal
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