SUMMARY
Quando envolvidos em projectos de reabilitação, os arquitectos têm nor- malmente a sua própria metodologia projectual, coordenando e desenvolven- do uma série de fases e actividades necessárias para um profundo entendi- mento do edifício e seu ambiente; com mais ou menos tempo, com mais ou menos detalhe; mas que consequentemente se irão reflectir na qualidade da intervenção e na qualidade da sua própria performance como técnicos espe- cializados.
Actualmente, as metodologias de intervenção no património edificado vêem o seu leque de prioridades, acções e intervenientes facilmente alterado, consoante a categoria e classificação do edifício, a entidade de salvaguarda, a entidade municipal, suas intenções políticas, seus processos de avaliação de projectos de intervenção, etc.
Especialmente, no caso de edifícios correntes, sejam novos ou antigos, não abrangidos por qualquer salvaguarda, deve partir do arquitecto ou dos seus proprietários, uma posição ética coerente, relativamente à forma de intervir no património edificado, já que muitas intervenções não necessitam de aprovação por parte das entidades municipais.
No âmbito do desenvolvimento da tese de doutoramento “Re- Architecture: lifespan rehabilitation of built heritage”, iniciada em Janeiro de 2004, subsidiada pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia, e acolhida pela Universidade Técnica de Eindhoven; tem vindo a ser desenvolvido e tes- tado um modelo teórico de metodologia de reabilitação, consciente do ciclo de vida do edifício, respeitando o seu passado, presente e futuro.
CASE STUDY
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